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Laboratório Eletrônico de Oralidade e Escrita

e-Labore

Metodologia

Identificação única

A equipe do projeto e-labore desenvolve um banco de dados que contém informações a respeito das produções escritas dos alunos e dos dados das escolas participantes. Em relação aos alunos, esse banco de dados contém informações a respeito do nome, data de nascimento, gênero e série. A cada aluno, é atribuído um número. Este número é utilizado no acompanhamento longitudinal de sua produção de textos. Já em relação às escolas, os dados armazenados dizem respeito ao endereço, tipo de escola (pública ou particular), endereço, regional, telefone, pessoal responsável. Por último, a cada produção de texto é atribuído um número de identificação único.

A identificação de cada produção é realizada através da utilização de um número de 8 dígitos, ao qual é associado um código de barras. A utilização do código de barras permite que o número de 8 dígitos seja lido de maneira eficiente e rápida. À cada produção são atribuídas informações a respeito de nome de autor, data da coleta e escola à qual o aluno pertence.

Código de barras

O código de barras utilizado segue o padrão 2 de 5 entrelaçado. Esse código é o padrão da FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos), sendo largamente utiliza em boletos bancários.

Por este padrão, os dígitos são representados sempre aos pares, sendo que o primeiro dígito é representado pelas barras pretas, enquanto o segundo é representado pelos espaços em branco entre as barras ("entrelaçado"). Além disso, a representação do padrão é feita com apenas dois tipos de barra (ou espaço), uma mais estreita e uma mais larga. Cada um dos 10 dígitos é representado por 5 dessas barras (ou espaços) de acordo com uma convenção do padrão. Ainda, são codificados mais dois símbolos para representar início e fim das barras (mais...).

O sistema de codificação de barras utilizado possui um dígito verificador. Desta forma, os 7 primeiros dígitos correspondem a um número seqüencial e único da redação. Já o oitavo dígito corresponde ao dígito verificador, calculado a partir dos 7 anteriores. Este cálculo é feito da seguinte forma:

A implementação do código de barras, propriamente dita, foi realizada com o auxílio de etiquetas Pimaco modelo A4256, sendo que cada código foi impresso em uma etiqueta particular. Para imprimir corretamente as etiquetas na folha, a equipe do projeto editou um modelo no latex para facilitar a geração de etiquetas. A partir do modelo, e com um auxílio computacional em linguagem PHP, foram geradas folhas de etiquetas correspondentes às redações (quero saber mais sobre a produção das etiquetas...)